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Comitê da Assembleia Nacional francesa adota texto criminalizando a negação do Genocídio Armênio

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Via ARMradio, com informações de Jean Eckian.

Na última quarta-feira (07/12), numa proposta elaborada por vários deputados, o Comitê de Leis adotou uma resolução de Valerie Boyer (do partido de centro-direita Union pour un Mouvement Populaire) para penalizar a negação do Genocídio Armênio.

"Negacionismo é crime. Para puni-lo, eu quero uma lei"Uma proposta similiar encabeçada pelos socialistas foi aprovada em 12 de outubro de 2006 pela Assembleia Nacional mas foi rejeitada pelo senado em maio de 2011.

O novo texto, co-assinado por mais de 40 políticos dos partidos UMP e Nouveau Centre, pune os negacionistas do Genocídio Armênio com um ano de reclusão e multa de 45 mil euros.

“Eu espero que nós consigamos ir até o fim e a França será sempre lembrada como o país dos Direitos Humanos”, afirmou Valerie Boyer.

O projeto de lei corrige a lei de liberdade de imprensa, pois crimes com motivações raciais agora passam a ser contempladas também por esta última.

A proposta ainda precisa ser aprovada pelo voto do parlamento nas próximas semanas.

Comment(2)

  1. Agrego ahora a ustedes,comentario publicado en el dia de hoy en un matutino de montevideo.-
    muchasgracias.
    O embaixador brasileiro para ALADI e do Mercosul, Regis Arslanian Percy advertiu que nenhum dos países do Cone Sul ter entrado projectos no âmbito do Fundo de Convergência Estrutural do Mercosul (Focem), que têm “objectivo político de integração social” embora um dos “grandes objectivos” deste recurso é apenas “coesão social”. The Daily

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