Home Da Redação Fotógrafo paulista Norair Chahinian lança seu livro fotográfico “O poder do vazio” em Istambul

Fotógrafo paulista Norair Chahinian lança seu livro fotográfico “O poder do vazio” em Istambul

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O trabalho do fotógrafo Norair Chahinian já é conhecido. Sua lente e sua técnica geram imagens que são verdadeiras obras de arte. Ele lança dia 23 de abril, véspera dos centenário do genocídio, em Istambul um trabalho histórico, fruto de quatro anos dedicados a exploração das localidades armênias e seus registros culturais.

O Poder do Vazio” – Conversando com as Pedras na Armênia Histórica” trata-se de uma obra paradigmática na medida que o resgate por meio de imagens se transforma em documento que perpetua a presença armênia nas suas terras ancestrais usurpadas pelo governo turco.

Durante esses 4 anos de idas e vindas à Armênia Histórica, Norair trouxe algumas histórias que ele contou com exclusividade ao Portal Estação Armênia, caso de quando ele escalou o Monte Ararat em 2012 (clique aqui e leia).

Norair também foi entrevistado pelo Agós,  jornal bilingue (turco e armênio) baseado em Istambul e idealizado por Hrant Dink, jornalista de origem armênia e que foi assassinado frente à redação de seu diário no ano de 2007. Norair encontrou a casa de sua família em Urfa.  A entrevista ao Agos repercutiu na Turquia em 2012 e o nome do brasileiro Norair ficou conhecido (leia a entrevista ao Agós, clique aqui).

Agora Norair conta todas essas histórias sob uma perspectiva fotográfica. O lançamento vai ser seguido de uma exposição que promete mexer com a cena cultural de Istambul. A exposição tem previsão de ser apresentada também na cidade de Diyarbakir.

 

Comment(1)

  1. it is very sad to think back and wonder what life was like in Armenia before 1915.
    I know very little about my family. I know my father was one of eight, I learned later in life that my father came to this country in 1919 traveling through many countries to get to a port to escape with his brother. My mother's mother had to flee the country and my understanding, survived the marches. though my mother was born in Syria , she claims she was conceived in her Armenian home land. her mother had told her stories of how her sister had disappeared, of the marches, how the Turkish johndams would allow the Kurds to come in at night and loot, rob and rape.
    I grew up not fully understanding my roots. I had no aunts or uncles, my father died a year after I was born. it was not till I was in my 30's did I meet one of my uncles. I was introduced to a large family that I had not known to exist. I was overwhelmed. that is when I woke and reflect on the mother's challenging life but I will save that story in my heart.
    Nothing much has changed in the world, Christians are still getting killed by muslums pigs.

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