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Turquia teria ordenado destruição de documentos sobre o genocídio no Egito

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Via Diário Armênia

sheykhO Sheikh Nabil Naim (foto) revelou o destino dos arquivos egípcios relacionados com o genocídio dos armênios. Naim, ex-chefe da organização Jihad Islâmica é uma das figuras mais importantes no cenário do islamismo armado no Egito.

O sheik disse que a Turquia destinou milhões de dólares para a Irmandade Muçulmana para que importantes documentos fossem destruídos. A chocante declaração veio foi feita durante uma reunião do governo egípcio, que pediu uma investigação para identificar os autores do evento. Naim disse que a queima desses documentos evitará que a Turquia responda ante tribunais internacionais

Naim discorda da tese de alguns antigos companheiros e acredita que o presidente Bashar al Assad é um herói nacional por ter feito o país suportar quatro anos de agressão terrorista apoiada por forças externas. Ele observa ainda que o presidente Assad tem servido ao desenvolvimento da Síria, onde não existem pobres desempregados como em outros países da região.

O sheik acreita que Assad impulsionou o desenvolvimento real da Síria, comparável ao turco, e que os produtos sírios agora competem em qualidade com os da Turquia e Europa. A Síria teria, por exemplo, investido pesado no setor têxtil e seus produtos estão mais competitivos do que os turcos, o que teria irritado Ancara.

Segundo ele, outra razão para a agressão contra a Síria é o gás. O Irã é o maior exportador de gás da região e para exportar o produto para a Europa é necessário passar por um porto sírio ou turco. Por conta das relações entre Irã e Turquia estarem abaladas, seria arriscado passar os gasodutos por território turco. Assim, o Irã planejava usar a Síria para essa finalidade, o que teria iniciado a conspiração inimiga para desestabilizar o país.

Naim também denunciou os laços da Irmandade Muçulmana com o terrorismo na região e assinala que a última prova desse fato é o que acontece na Síria.

O sheik observa ainda que “não existe uma solução na Síria sem Bashar”. Ele lembrou que o próprio presidente Assad disse que não vai deixar a Síria nas mãos de terroristas criminosos que oprimiriam as mulheres sírias. “Cerca de vinte mil mulheres sírias foram estupradas por terroristas”, segundo o líder Naim.

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